Liberdade para os detidos! Palestina livre desde o rio até ao mar!
Na noite de 30 de Abril a Global Sumud Flotilla foi atacada enquanto navegava rumo a Gaza para entregar ajuda humanitária à população de Gaza e assim quebrar o bloqueio criminoso imposto pelo Estado genocida de Israel.
Este assalto ocorreu em águas internacionais, a mais de 1.000 km de território israelita, e resultou na intercetação de 22 barcos e no rapto de 175 tripulantes. Os assassinos do povo palestiniano, que massacraram milhares de habitantes de Gaza com os seus ataques constantes e agora fazem o mesmo na Cisjordânia e no Líbano, consideram um crime a entrega de ajuda humanitária a uma população que 75% sofre de fome aguda. Os sionistas fascistas não têm problema em usar a fome como arma para impor os seus planos supremacistas.
Entretanto, mais uma vez, nenhum governo ergue a voz nem move um dedo perante este sequestro. Pouco importa que se trate de uma missão humanitária ou que seja uma detenção ilegal por ocorrer em águas internacionais. Direitos humanos? Leis internacionais? Nada disso, aqui só há cumplicidade com um governo que massacrou centenas de milhares de palestinianos. A mesma cumplicidade que vemos com o projeto colonial de transformar Gaza numa cidade de férias.
A retórica barata contra Trump e Netanyahu que depois não se traduz em nenhuma medida para lhes travar o passo — ou o total silêncio do governo português — é impotente para deter os planos do sionismo e do imperialismo estado-unidense. Como a experiência tem demonstrado, precisamos levantar um poderoso movimento anti-sionista e anti-imperialista, que se baseie na mobilização de massas, na auto-organização e na greve geral para deter o genocídio sionista e enfrentar estes criminosos.
Por isso hoje temos de encher as ruas para transmitir toda a nossa solidariedade aos tripulantes da Flotilla e exigir a libertação imediata de todos os sequestrados.
Todos e todas às mobilizações!









